16 de agosto de 2011, 14:48

Zé Neto defende política estadual de segurança pública

Deputado Zé Neto(crédito: Ibahia.com)

O líder do governo na Assembleia, Zé Neto (PT), defendeu, em entrevista ao Política Livre, a política estadual de Segurança Pública. A defesa do deputado é uma resposta à análise publicada neste site, feita por um alto quadro da Polícia Federal, sobre a situação da violência no estado (veja aqui). “A análise de quem não tá vivendo a segurança pública na Bahia não pode servir de referencial sobre a segurança pública no estado. Nós estamos, nesse primeiro semestre, apontando para uma redução de ocorrências. Neste primeiro semestre, houve uma redução de 16% no número de ocorrências”, declarou o petista. O parlamentar elencou uma série de ações realizadas na área, como aluguel de 2500 veículos, contratação de novos policiais, criação das rondas nos bairros e das Bases Comunitárias de Segurança.

“Nós estamos agora na Bahia com um novo modelo de segurança, o programa Pacto Pela Vida, que é uma situação onde pela primeira vez a segurança é avaliada esgtrategicamente e com um trabalho das diversas secretarias que, evidentemente, vão dar uma condição de termos enfrentamento de segurança e melhoria de qualidade de vida daqueles antes excluídos que entravam na marginalidade por falta de opção”, afirmou.

Provocado por este Política Livre sobre os argumentos relacionando o aumento da violência à falta de autoridade do governo e do governador, Zé Neto disse que este tipo de crítica se deve às pessoas estarem acostumadas com o “tempo do chicote”. “Aqueles que falam de falta de autoridade é porque estavam acostumados com o tempo do chicote. Nós estamos construindo com diálogo e republicanismo um Estado mais digno para os baianos. Ao contrário, quem faz este tipo de crítica são viúvas de um tempo que é responsável, sem nenhuma dúvida, pela maioria das mazelas que estamos enfrentando agora. Ou foi de uma hora para outra que os jovens começaram a consumir drogas?”, questionou. “O primeiro semestre já foi um sinalizador positivo, mas sabemos que é preciso avançar”, concluiu. (Thiago Ferreira)

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