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'Rosemberg vive em mundo paralelo e tenta esconder o que o Master fez com os governos do PT’, rebate Tiago Correia
'Rosemberg vive em mundo paralelo e tenta esconder o que o Master fez com os governos do PT’, rebate Tiago Correia
Por Redação
26/08/2026 às 17:45
Foto: Divulgação/Arquivo
O deputado estadual Tiago Correia (PSDB), líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia
O deputado estadual Tiago Correia (PSDB), líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, classificou como “desesperada” e “descolada da realidade” a nota divulgada pelo líder do governo, deputado Rosemberg Pinto (PT), sobre supostas ligações entre ACM Neto (União Brasil) e o grupo de Daniel Vorcaro.
Para o parlamentar, o petista “parece viver em um mundo paralelo” ao tentar transformar prestação de serviços de consultoria em escândalo, enquanto se cala sobre a real extensão da relação do Banco Master com os governos petistas, tanto na esfera estadual quanto na federal.
“É no mínimo curioso que o líder do governo se apresse em atirar pedras sem antes explicar por que o Banco Master aparece tão próximo de contratos, aplicações e negócios ligados a gestões do PT, aqui na Bahia e em Brasília. Toda a sociedade já sabe que um umbigo do banco Master está enterrado na Bahia, onde se iniciou a farra do consignado, e os desdobramentos são diversos e em várias direções. Rosemberg quer construir uma cortina de fumaça para não falar do que realmente interessa à população”, afirmou Tiago Correia.
Segundo o deputado, a ofensiva do governo é reflexo direto do nervosismo diante dos números que vêm circulando internamente. “As pesquisas que o próprio governo já viu mostram o crescimento consistente da frente ampla liderada por ACM Neto, que caminha para vencer as eleições na Bahia. Quando não se tem resposta nas urnas nem na gestão, resta a estratégia de tentar sujar o adversário”, pontuou.
Correia ainda frisou que a oposição “não tem medo de transparência” e cobrou postura semelhante do governo. “Se o líder do governo quer investigação, que comece por dentro de casa. Queremos saber, com nomes e números, qual foi o envolvimento do Banco Master com contratos, fundos e operações financeiras ligadas ao PT nos governos estadual e federal. A sociedade baiana merece essa resposta, não notas desesperadas para desviar o foco”, declarou.
