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Rui Costa sobre Lulinha e INSS: Lula é muito claro que qualquer cidadão pode ser investigado
Rui Costa sobre Lulinha e INSS: Lula é muito claro que qualquer cidadão pode ser investigado
Por Gabriel de Sousa, Gabriel Hirabahasi e Victor Ohana, Estadão Conteúdo
08/01/2026 às 14:31
Foto: Lula Marques/Agencia Brasil/Arquivo
Gabriel de Sousa, Gabriel Hirabahasi e Victor Ohana
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quinta-feira, 8, que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apoia a investigação de qualquer brasileiro envolvido com o escândalo dos descontos indevidos do INSS. A fala do ministro foi feita após ser questionado por menções e envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", que é filho de Lula, no inquérito da Polícia Federal (PF).
"O presidente Lula é muito claro: qualquer cidadão pode ser investigado, ter direito de defesa e responder judicialmente pelos seus atos. Nós defendemos absoluta transparência na apuração desse episódio do INSS, que agora avança para ter os responsáveis", afirmou Rui Costa, após o evento que rememorou os três anos dos atos golpistas de 8 de Janeiro, no Palácio do Planalto.
As menções encontradas pela PF na investigação sobre os desvios do INSS relacionam o filho do presidente a partir de diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha.
Como revelou o Estadão, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigar essas menções para apurar se Lulinha seria "sócio oculto" do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como líder do esquema criminoso.
Procurada, a defesa de Lulinha disse que ele nunca teve relação com a trama e classificou as menções como "ilações".
"O presidente Lula é muito claro: qualquer cidadão pode ser investigado, ter direito de defesa e responder judicialmente pelos seus atos. Nós defendemos absoluta transparência na apuração desse episódio do INSS, que agora avança para ter os responsáveis", afirmou Rui Costa, após o evento que rememorou os três anos dos atos golpistas de 8 de Janeiro, no Palácio do Planalto.
As menções encontradas pela PF na investigação sobre os desvios do INSS relacionam o filho do presidente a partir de diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha.
Como revelou o Estadão, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigar essas menções para apurar se Lulinha seria "sócio oculto" do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como líder do esquema criminoso.
Procurada, a defesa de Lulinha disse que ele nunca teve relação com a trama e classificou as menções como "ilações".
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