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João Roma lamenta decisão do STF que nega prisão domiciliar a Bolsonaro: “É uma questão de humanidade”

João Roma lamenta decisão do STF que nega prisão domiciliar a Bolsonaro: “É uma questão de humanidade”

Por Redação

02/01/2026 às 16:35

Atualizado em 02/01/2026 às 22:07

Foto: Divulgação

Imagem de João Roma lamenta decisão do STF que nega prisão domiciliar a Bolsonaro: “É uma questão de humanidade”

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, lamentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinando seu retorno ao regime fechado nesta quinta-feira (1º). Para Roma, a medida ignora o delicado estado de saúde de Bolsonaro e aprofunda o que classificou como uma verdadeira “via crucis” enfrentada pelo ex-chefe do Executivo.

“Causa profunda angústia ver que, mesmo após sucessivos procedimentos cirúrgicos e diante de um quadro clínico que inspira cuidados permanentes, o presidente Bolsonaro tenha seu pedido de prisão domiciliar negado. Desde a véspera do Natal, ele passou por múltiplas cirurgias e enfrenta crises recorrentes de soluço e dores intensas, consequências diretas da facada que quase tirou sua vida”, afirmou Roma.

Segundo o dirigente do PL, submeter Bolsonaro novamente ao regime fechado, nessas condições, fere princípios básicos de humanidade. “Pensar que um paciente nessas circunstâncias seja levado de volta à prisão é algo que ultrapassa qualquer limite de razoabilidade. Trata-se de uma decisão dura, desumana e que desconsidera completamente a condição física do ex-presidente”, declarou.

João Roma voltou a defender que o momento exige serenidade, equilíbrio e afastamento do revanchismo. “É hora de deixar de lado a vingança e agir com humanidade. Jair Bolsonaro não representa risco algum, não há justificativa para negar a prisão domiciliar a alguém que necessita de cuidados médicos contínuos”, pontuou.

O ex-ministro também fez um apelo direto ao relator do caso. “É preciso sensibilidade. Levar o presidente Bolsonaro de volta ao regime fechado, ignorando seu estado de saúde, soa como um ato deliberado de sofrimento desnecessário. O mínimo que se espera é que ele possa cumprir qualquer medida em condições dignas, com acesso aos cuidados que sua saúde exige”, concluiu.

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