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Capitão Alden sai em defesa de Bolsonaro após Moraes barrar sindicância do Conselho Federal de Medicina

Capitão Alden sai em defesa de Bolsonaro após Moraes barrar sindicância do Conselho Federal de Medicina

Por Reinaldo Oliveira, Política Livre

08/01/2026 às 20:00

Atualizado em 08/01/2026 às 23:00

Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados/Arquivo

Imagem de Capitão Alden sai em defesa de Bolsonaro após Moraes barrar sindicância do Conselho Federal de Medicina

O vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados, Capitão Alden (PL)

Os desdobramentos da prisão de Jair Bolsonaro seguem repercutindo no noticiário nacional. Desta vez envolvendo o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que na quarta-feira (7) barrou a sindicância proposta pelo CFM para apurar se o ex-presidente recebeu atendimento médico adequado na cela da Polícia Federal, em Brasília, onde se encontra preso. 

O vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados, Capitão Alden (PL), reagiu à postura adotada pelo ministro e mais uma vez defendeu a tese de perseguição política imposta pelo magistrado contra Bolsonaro. A este Política Livre, o parlamentar disse ter sido um ato infeliz praticado por Moraes.    

“Isso não é normal. Isso não é técnico. Isso é controle. O CFM não investiga a Polícia Federal. O CFM fiscaliza ato médico! Essa é a função legal dele. Quando o STF impede a medicina de fiscalizar, o recado é claro: se o paciente for politicamente inconveniente, a medicina se cala. Hoje é Bolsonaro, mas amanhã pode ser qualquer cidadão, inclusive policiais e presos comuns”, afirmou.

Para o bolsonarista, o STF, em especial o ministro Alexandre de Moraes, tem adotado medidas questionáveis no ponto de vista do “bom ordenamento jurídico”, o que para o deputado federal configura uma perseguição declarada.  

“Quem fiscaliza o Estado quando o Estado prende? Se o CFM não pode agir, ninguém pode. Isso não é sobre um nome. É sobre autonomia médica, sigilo profissional e limite de poder. Quando um ministro manda até no prontuário médico, o problema não é jurídico. É institucional. E quem acha isso normal, já desistiu da democracia faz tempo”, comentou.

Leia também: Moraes anula sindicância sobre atendimento a Bolsonaro e manda PF ouvir presidente do CFM

Comentários
Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Política Livre

1 Comentário

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Paulo

08/01/2026

20:09

Será que ninguém vai conseguir conter Alexandre de Moraes, Será que tem que ligar pra tramp.
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