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Brasil não vai se furtar em ajudar país vizinho, diz Padilha depois de ataques à Venezula

Brasil não vai se furtar em ajudar país vizinho, diz Padilha depois de ataques à Venezula

Ministro da Saúde também descartou necessidade de instalar hospitais de campanha na região por ora

Por Mariana Brasil/Folhapress

07/01/2026 às 16:45

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira (7) que o Brasil não vai se furtar em apoiar o sistema de saúde da Venezuela e descartou a instalação de hospitais de campanha na região da fronteira com Roraima.

"A gente não vai se furtar enquanto Ministério da Saúde em ajudar um país vizinho, o povo de um país vizinho numa situação como essa, ainda mais quando essa ajuda, que é com insumos e produtos, não afeta em nada o atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde) aqui no nosso país", disse.

Ainda de acordo com ele, não houve aumento do fluxo migratório na fronteira que justifique a instalação das medidas emergenciais, mas a pasta está preparada para reforçar a equipe.

"Identificamos que se for necessário qualquer tipo de ampliação da estrutura é possível fazer nessa estrutura do hospital de Pacaraima. A gente não precisaria montar um hospital de campanha adicional lá, em Pacaraima. É possível só levar equipamentos, ampliação. Então tem esse diagnóstico que tá feito. Fizemos todo o plano de contingência, estamos preparados", afirmou.

A operação dos Estados Unidos contra o país latino destruiu um centro de distribuição de medicamentos e de tratamento de pacientes renais, segundo o ministro.

Sobre o tema, Padilha afirmou que a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) pediu o apoio do ministério e confirmou que o Brasil enviará insumos e remédios para pacientes que precisam de diálise, o tratamento para compensar o mau funcionamento dos rins na filtragem do sangue.

Na data do episódio ele repudiou os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e afirmou que eles prejudicam a atividade SUS (Sistema Único de Saúde) de estados brasileiros que fazem fronteira com o país, caso do Amazonas e de Roraima.

"Sempre queremos e trabalhamos pela paz. Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio", escreve no X (antigo Twitter). "Guerra mata civis, destrói serviços de saúde, impede o cuidado às pessoas. Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e sistema de saúde".

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