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Muniz afirma que encontro com Loyola não envolveu 2026 e diz ter pedido apoio do Estado para o transporte de Salvador
Muniz afirma que encontro com Loyola não envolveu 2026 e diz ter pedido apoio do Estado para o transporte de Salvador
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
02/12/2025 às 19:00
Atualizado em 02/12/2025 às 22:06
Foto: Política Livre
O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz (PSDB)
O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Carlos Muniz (PSDB), afirmou nesta terça-feira (2) que a reunião que ele teve com o secretário estadual de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola, não teve relação com as eleições de 2026 e que se tratou de um encontro para discutir os interesses dos soteropolitanos.
“Na realidade, eu converso com todos que possam trazer benefícios para o povo de Salvador. O pedido que fiz a Loyola foi para a melhoria do transporte público. Quero que o Estado participe da resolução dos problemas do transporte público junto com o município. Quando há união entre município e Estado, o resultado é sempre melhor para o povo, não só de Salvador, mas de toda a Bahia”, afirmou para este Política Livre.
Durante a entrevista, o presidente da Casa também afirmou que não sabia das condições físicas do prédio do antigo Cine Excelsior, que deve abrigar o Legislativo soteropolitano.
“Não tinha conhecimento disso, mas pode ter certeza de que qualquer reforma que for feita evitará que isso aconteça. Soube do problema ontem pela imprensa e liguei para Tânia Scofield para que ela me esclarecesse. Ela disse que não é nada tão grave como a imprensa noticiou. O Ministério Público Federal sinalizou que há condições de resolver a situação rapidamente. Portanto, se for o que ela me passou, não temos preocupação”, declarou.
O vereador também respondeu ao questionamento deste Política Livre sobre o projeto de lei do Plano Municipal de Segurança Pública, anunciado pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil).
“Não tenho como falar sobre o projeto. Chegaram à Câmara projetos totalmente diferentes, que foram lidos hoje. Dois projetos executivos serão enviados para as comissões para análise e, se der tempo, votaremos até o dia 17”, concluiu.
