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Ministro se diz surpreso com envolvimento de número 2 em escândalo do INSS e confirma demissão

Ministro se diz surpreso com envolvimento de número 2 em escândalo do INSS e confirma demissão

Wolney Queiroz afirmou não haver 'nenhum envolvimento' do Ministério da Previdência

Por Thaísa Oliveira/Folhapress

18/12/2025 às 14:25

Foto: Lula Marques/Agência Brasil/Arquivo

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O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz (PDT), afirmou nesta quinta-feira (18) que foi surpreendido com a prisão do seu então número dois, Adroaldo Portal, na operação que investiga os descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Em uma rápida declaração à imprensa, o ministro disse que mandou demitir Adroaldo assim que soube do pedido de prisão preventiva e que não há qualquer envolvimento do ministério na operação desta quinta.

A pedido da Polícia Federal, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, já havia determinado que Adroaldo fosse afastado das funções. Por ordem do ministro, Adroaldo também está impedido de entrar no Ministério da Previdência e de manter contato com os funcionários, sejam servidores, comissionados ou terceirizados.

Wolney disse ter sido avisado da prisão preventiva de seu então número dois por volta das 7h pelo ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinicius de Carvalho.

"Nós não tínhamos qualquer informação real do envolvimento do Adroaldo com nenhum tipo de ato suspeito ilícito. Adroaldo chegou antes de mim no ministério, cumpria as funções como técnico aplicado, competente", afirmou. "Não tínhamos qualquer informação real, nós nem ninguém."

"[Recebi] sim, [com] surpresa, claro. Voltei imediatamente ao ministério, tomei a providência de pedir a exoneração dele e já encaminhei o substituto", completou o ministro.

O procurador federal Felipe Cavalcante e Silva, que ocupava anteriormente a consultoria jurídica do ministério, será o novo secretário-executivo.

"Este governo não protege ninguém e a prova disso é que há ampla liberdade aos órgãos de controle, CGU e PF, para investigar todas as esferas de governo para que a gente possa encontrar quem foram os responsáveis pela fraude, punir e trazer de volta cada centavo", disse o ministro.

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