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Lula diz que Ministério da Segurança Pública será recriado caso PEC da Segurança seja aprovada
Lula diz que Ministério da Segurança Pública será recriado caso PEC da Segurança seja aprovada
Por Gabriel de Sousa, Estadão
11/12/2025 às 15:54
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira, 11, que o Ministério da Segurança Pública será recriado caso a PEC da Segurança Pública seja aprovada no Congresso. A declaração do petista foi feita em entrevista à TV Alterosa.
"A Polícia Federal tem expertise, tem mais inteligência. Queremos redefinir o papel da Guarda Nacional. Se aprovada a PEC, nós vamos criar o Ministério da Segurança Pública", disse Lula.
Nesta quarta-feira, 10, o relator da PEC da Segurança na Câmara, Mendonça Filho (União-PE), apresentou sue relatório com mudanças drásticas em relação ao texto original e uma espécie de mistura do Projeto de lei Antifacção em tramitação no Senado. O relatório prevê redução da maioridade penal e Estados fortes.
O presidente anunciou ainda que, diante da alta dos casos de feminicídio, vai realizar, na semana que vem, uma reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a ministra do STF, Cármen Lúcia, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Segundo o presidente, no encontro será discutido o papel dos homens no combate à violência contra a mulher.
"A Polícia Federal tem expertise, tem mais inteligência. Queremos redefinir o papel da Guarda Nacional. Se aprovada a PEC, nós vamos criar o Ministério da Segurança Pública", disse Lula.
Nesta quarta-feira, 10, o relator da PEC da Segurança na Câmara, Mendonça Filho (União-PE), apresentou sue relatório com mudanças drásticas em relação ao texto original e uma espécie de mistura do Projeto de lei Antifacção em tramitação no Senado. O relatório prevê redução da maioridade penal e Estados fortes.
O presidente anunciou ainda que, diante da alta dos casos de feminicídio, vai realizar, na semana que vem, uma reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a ministra do STF, Cármen Lúcia, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Segundo o presidente, no encontro será discutido o papel dos homens no combate à violência contra a mulher.
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