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Jerônimo volta a defender empréstimos e diz que sem eles não teria como fazer investimentos
Jerônimo volta a defender empréstimos e diz que sem eles não teria como fazer investimentos
Por Política Livre
18/12/2025 às 16:00
Foto: Política Livre
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) ao lado da presidente da Assembleia, Ivana Bastos (PSD)
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a defender a política de contratação de empréstimos adotada pelo governo do Estado e disse que sem os recursos não poderia assinar convênios de obras e investimentos com municípios, como faz na tarde desta quinta-feira (18), na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
Em três anos, Jerônimo já fez 23 pedidos de empréstimos que somam R$ 27 bilhões. O último foi aprovado na Assembleia, com voto contrário da bancada de oposição, na noite de quarta (17), no valor de R$ 720 milhões junto ao BNDES.
“Nós estamos, hoje, aqui fazendo uma entrega de R$ 1,3 bilhão, fazendo água, fazendo pavimentação, estradas, hospitais, creches, escolas, isso é fruto dos empréstimos. Se eu não tivesse solicitado à Assembleia para me ajudar nos empréstimos, eu não estaria aqui hoje celebrando”.
“E já não é mais anúncio, estamos aqui hoje com data marcada para licitar, data marcada para a ordem de serviço, então eu estou muito feliz aqui, hoje, encerrando o ano, vindo para essa Casa, retribuindo o gesto que a Assembleia fez comigo e com os municípios, fazendo com que a gente possa anunciar esse R$ 1,3 bilhão aqui nessa Casa das leis”, emendou o governador.
Segundo ele, seu antecessor, Rui Costa, não pôde contratar empréstimos em razão do cenário nacional. “Não é porque Rui não precisava. Ele precisava. Mas o governo federal não permitia. O ex-presidente não gostava da Bahia, não gostava do Nordeste. Rui se virou com recursos próprios, emendas e sacrificando algumas áreas. Quando eu chego, eu chego com Lula, então eu tenho potencial”, comparou.
Jerônimo ressaltou que as operações de crédito só são encaminhadas à Assembleia Legislativa após aval técnico da Secretaria da Fazenda. “A Bahia tem saúde financeira para tomar empréstimos. Eu jamais enviaria um pedido se a Sefaz não me apresentasse as condições para esse adiantamento”, frisou.
