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“Dança das cadeiras” no governo Jerônimo deve ocorrer entre final de dezembro e início de janeiro
“Dança das cadeiras” no governo Jerônimo deve ocorrer entre final de dezembro e início de janeiro
Por Carine Andrade, Política Livre
11/12/2025 às 17:45
Foto: Joá Souza/GOVBA
O governador Jerônimo Rodrigues (PT)
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou que a “dança das cadeiras” na gestão estadual, onde haverá a troca de peças importantes do alto escalão, deverá ocorrer entre o final do mês de dezembro e o início de janeiro de 2026.
O chefe do Palácio de Ondina já tinha anunciado que faria a exoneração dos nomes que concorrerão às eleições na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados no mês de abril, prazo máximo estabelecido pela Justiça Eleitoral para desincompatibilização dos cargos. No entanto, ele explicou que a pedido dos próprios candidatos, alguns deles deputados licenciados, fará uma antecipação para que os nomes tenham tempo hábil para se dedicar às suas bases eleitorais.
Em entrevista à imprensa durante a assinatura do protocolo de cooperação entre instituições de ensino superior, na quarta-feira (10), em Salvador, Jerônimo antecipou alguns nomes, entre eles: Neusa Cadore (PT), secretária de Políticas para as Mulheres; Osni Cardoso (PT), de Desenvolvimento Rural; e Pablo Barrozo (Avante), de Agricultura. Também há a expectativa para a saída de Angelo Almeida (PSB), titular da secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A exceção de Pablo Barrozo, que tentará retornar à Assembleia Legislativa, os demais tentarão renovar seus mandatos.
Sobre a recente saída do deputado federal Sérgio Brito (PSD) da pasta de Infraestrutura, o governador explicou que ele também tentará à reeleição e, portanto, não há expectativa de seu retorno ao governo.
Ainda de acordo com Jerônimo, as substituições serão definidas junto com os partidos da base aliada, de forma a manter o equilíbrio dos espaços ocupados pelas legendas no Executivo estadual. Ele também adiantou que a reforma administrativa irá resultar na saída de oito a até dez nomes da gestão.
