Rotondano quer propagar imagem positiva do Judiciário
Para ele, a atual disputa na principal corte de justiça estadual é uma oportunidade de se dar conhecimento a sociedade
Por Redação
29/10/2025 às 11:22
Atualizado em 29/10/2025 às 14:45
Foto: Divulgação/Arquivo
José Rotondano
Candidato a Presidência do Tribunal de Justiça da Bahia, o desembargador José Rotondano defende que o processo interno de escolha do futuro presidente seja utilizado para propagar uma imagem positiva do Poder Judiciário. Para ele, a atual disputa na principal corte de justiça estadual é uma oportunidade de se dar conhecimento a sociedade, sobre o trabalho das instituições judiciária em defesa da democracia, promoção da justiça social e redução das desigualdades na Bahia e em nosso país.
“Como qualquer poder institucional, o Poder Judiciário tem falhas, mas os seus integrantes trabalham arduamente para cumprir as sus funções e reponsabilidades e, sem dúvida alguma, contribui de forma decisiva para a construção de uma sociedade justa, igualitária e que garanta oportunidades para todos”, ressalta o desembargador.
A eleição para a escolha da futura Mesa Diretora do Tribunal de Justiça da Bahia será em 19 de novembro. José Rotondano concorre a Presidência, tendo como oponentes os desembargadores Ivone Bessa e Jatahy Fonseca. Ele considera que pela primeira vez, o processo eleitoral, restrito aos 70 desembargadores, desta vez está repercutindo em toda a sociedade, através da imprensa e redes sociais.
“Cada vez mais a sociedade entende o Judiciário como uma instância decisiva para o equilíbrio social. A Bahia, por exemplo, registra um dos maiores números de decisões que garantem assistência médica a pacientes que têm esse direito constitucional negado, inclusive por planos de saúde. Temos atuado decisivamente em questões agrárias, ações decisivas na ressocialização de detentos e buscado formas mais efetivas de contribuir no combate a violência”, destaca.
José Rotondano se coloca como testemunha “do trabalho árduo” realizado pelo corpo de magistrados que integram o Tribunal e reconhece que é preciso dar a eles melhores condições para o exercício das suas funções. Entre os seus objetivos, no caso de ser eleito presidente, estão o investimento em tecnologia e a reestruturações na gestão, de forma a tornar mais eficiente a comunicação entre a magistratura e a sociedade.
“Reconheço que há dificuldades que precisamos superar, mas eu tenho imenso orgulho de integrar o Tribunal de Justiça da Bahia. Do contrário não seria candidato a presidi-lo. Tenho feito da minha candidatura um veículo de difusão das ações positivas e do trabalho sério desenvolvido pelos integrantes da nossa Corte e acredito que precisamos estarmos unidos, defendendo o Judiciário nesse momento crucial por que passa o nosso país, para a preservação da nossa democracia”.
