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Hamilton Assis diz que Prefeitura cometeu assédio moral ao ‘vazar’ contracheques de professores grevistas
Hamilton Assis diz que Prefeitura cometeu assédio moral ao ‘vazar’ contracheques de professores grevistas
Por Política Livre
27/05/2025 às 08:50
Foto: Divulgação

Em entrevista ao Política Livre nesta segunda-feira (26), o vereador de Salvador Hamilton Assis (PSOL) disse que a Prefeitura de Salvador cometeu assédio moral ao divulgar contracheques de professores grevistas com descontos, antes mesmo do final do mês e, responsabilizou o Poder Executivo pela invasão à Câmara de Vereadores na última quinta-feira (22).
“Durante a semana, inclusive, tiveram até exposição de contracheques que já estavam sendo apresentados com o corte dos dias parados antes de chegar ao final do mês e, principalmente, de professores e professoras, inclusive que nem sequer participaram de greve e que tiveram seus contracheques que estavam lá ameaçando o corte, ameaçando não, com os devidos cortes que a prefeitura disse que tinha autorização para fazê-lo, porque assim a greve é ilegal”, declarou o edil.
Ainda de acordo com o psolista, no caso específico dos professores, pelo regimento e pelo estatuto do magistério, quando há casos de paralisação, que é coletiva, os trabalhadores, no ato do fechamento do acordo são instados a fazer acordo para pagamento dos dias de greve, repondo todas as aulas que não foram dadas sem que necessariamente o salário seja cortado.
“Isso é lei, está lá. Então, ao fazer isso, expor esses professores com seus contracheques cortados, a prefeitura agiu de assédio moral e de forma ilegal sobre esses professores. Ou seja, uma pressão psicológica que já vem acrescendo sobre esse processo”, acrescenta.
