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Presidente da CUT diz que só pressão popular pode viabilizar redução de jornada
Presidente da CUT diz que só pressão popular pode viabilizar redução de jornada
Por Guilherme Seto, Folhapress
12/11/2024 às 17:33
Atualizado em 12/11/2024 às 17:41
Foto: Divulgação/Arquivo

Sergio Nobre, presidente da CUT, diz ao Painel que a maior central sindical do país defende a redução da jornada de trabalho desde a sua fundação, em 1983, e que se trata de uma pauta necessária, urgente e que ganha força em boa hora.
No entanto, ele afirma que o Congresso hoje tem hegemonia de representantes do empresariado brasileiro, e que por isso a pressão popular terá que ser enorme para que o projeto avance.
"As condições existem. Essa história de que o Brasil vai quebrar é balela. Inclusive, a produtividade melhorou nos países que reduziram a carga de trabalho, fez bem para as empresas. O grande desafio é a pressão popular. Se não houver, não passa no Congresso", afirma.
O debate sobre a escala 6 X 1 (seis dias de trabalho e um de descanso semanal) ganhou força nas redes sociais nos últimos dias. Uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), apresentada em 1º de Maio, propõe o fim da escala e a adoção de uma jornada de 36 horas semanais, dividida em quatro dias.
A medida, que conta com o apoio de mais de 130 parlamentares, ainda precisa alcançar 171 assinaturas dos 513 parlamentares da Casa para avançar no Congresso.
"As condições existem. Essa história de que o Brasil vai quebrar é balela. Inclusive, a produtividade melhorou nos países que reduziram a carga de trabalho, fez bem para as empresas. O grande desafio é a pressão popular. Se não houver, não passa no Congresso", afirma.
O debate sobre a escala 6 X 1 (seis dias de trabalho e um de descanso semanal) ganhou força nas redes sociais nos últimos dias. Uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), apresentada em 1º de Maio, propõe o fim da escala e a adoção de uma jornada de 36 horas semanais, dividida em quatro dias.
A medida, que conta com o apoio de mais de 130 parlamentares, ainda precisa alcançar 171 assinaturas dos 513 parlamentares da Casa para avançar no Congresso.
