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Governador do Rio afirma que mais de 20 são investigados por incêndios

Governador do Rio afirma que mais de 20 são investigados por incêndios

Por Folhapress

16/09/2024 às 17:01

Atualizado em 16/09/2024 às 17:01

Foto: Divulgação/Governo do Rio de Janeiro

Helicóptero joga água em locais de difício acesso durante incêndio florestal no estado do Rio de Janeiro

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou nesta segunda-feira (16) que mais de 20 pessoas são investigadas sob suspeita de incêndio criminoso nas unidades de conservação do estado.

Castro disse esperar que prisões sejam efetuadas nesta semana. Ele não quis antecipar os motivos das queimadas.

"Há, muito claramente, a ação humana em algumas queimadas dessas. Já temos investigação policial muito robusta nesse sentido. Alguns mandados já sendo buscados na Justiça. Gravações que mostram pessoas ateando fogo em incêndios criminosos. A gente espera que ao longo dessa semana já tenhamos prisões, inclusive em relação a isso", disse o governador, em entrevista coletiva.

Castro afirmou que 1.280 incêndios já foram extintos desde quinta-feira (12), pico das queimadas no estado. Segundo o governador, já foram utilizados 308 mil litros da água no combate ao fogo. Ele disse que o pior cenário já passou.

"Não temos registro de incêndio em nenhuma unidade de conservação. No Corpo de Bombeiros temos 12 ocorrências em abertos com equipes já nela. O pico foi no último dia 12, e estamos notando uma redução. O retrato de hoje é bem melhor do que o dos últimos dias", disse ele.

Todas as 40 unidades de conversação do Rio de Janeiro, sendo 20 de visitação pública, permanecem fechadas temporariamente. A decisão foi tomada neste sábado (14) em meio aos incêndios florestais, que espalham durante o período de seca.

Castro disse esperar uma "certeza temporal mínima de cinco, seis dias" para que as unidades de conservação sejam reabertas.

CRISE HÍDRICA

O governador afirmou também que as restrições causadas pela crise hídrica em cidades da região metropolitana devem durar mais cerca de um mês. A estiagem tem afetado o abastecimento do sistema Imunana-Laranjal, que atende cerca de 2 milhões de pessoas em cidades como Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e alguns outros.

"A previsão é de que tenhamos um final de setembro ainda bem complexo. Uma primeira quinzena de outubro começando a melhorar e, já na segunda quinzena de outubro, esteja já uma normalidade mais efetivada para que a população não tenha restrições", afirmou Castro.

"Esperamos não ter falta alguma, por isso a aquisição de carros-pipa e diversas outras ações para que a gente possa diminuir a incidência na rede. [...] Não queremos que essas pessoas tenham desabastecimento. Por isso estamos trabalhando para essa estiagem não criar uma crise hídrica".

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