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Quaest: Boulos tem 22%, Marçal, 19% e Nunes, 19%, em empate técnico na liderança
Quaest: Boulos tem 22%, Marçal, 19% e Nunes, 19%, em empate técnico na liderança
Por Joana Cunha e Júlia Moura, Folhapress
28/08/2024 às 16:00
Atualizado em 28/08/2024 às 16:00
Foto: Reprodução/TV/Arquivo

A nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (28) aponta empate técnico na liderança das intenções de voto em São Paulo. O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) tem 22%, seguido pelo influenciador Pablo Marçal (PRTB) e pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), ambos com 19%.
O levantamento foi encomendado pela TV Globo, e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
José Luiz Datena (PSDB) tem 12%, e Tabata Amaral foi citada por 8% dos entrevistados.
Em um eventual segundo turno entre Boulos e Marçal, os dois aparecem empatados com 38%. Numa disputa entre Nunes e o influenciador, o prefeito fica à frente, com 47% ante 26%. Já entre Boulos e Nunes, o emedebista tem 46% e o psolista 33%.
O resultado se assemelha ao da pesquisa Datafolha divulgada há uma semana, a qual mostrou que Marçal cresceu sete pontos, empatando com os adversários. Ele aparecia com 21%, enquanto Boulos tinha 23% e, Nunes, 19%.
O Datafolha também mostrou que Marçal agora lidera com folga as intenções de voto entre os eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 44%, frente a 30% de Nunes.
Ao longo dos últimos meses, o influenciador tem ativado símbolos que são caros para o eleitor do ex-presidente, aproveitando-se do baixo entusiasmo de apoiadores de Bolsonaro com a candidatura do prefeito.
Nunes não empolga os aliados de Bolsonaro por ser visto como alguém que evita o confronto e que não é verdadeiramente alinhado às pautas do grupo, apesar de ser oficialmente o candidato do ex-presidente, que indicou para vice Ricardo Mello Araújo (PL), ex-comandante da Rota.
Nas últimas semanas, a família Bolsonaro fez uma série de críticas a Marçal nas redes. Houve forte reações dos seguidores —muitos afirmaram que votariam no influenciador mesmo assim. Dias depois, quando a Justiça suspendeu os perfis do empresário, líderes bolsonaristas, inclusive o ex-presidente, se posicionaram contra o que chamaram de "censura".
O autodenominado ex-coach disse à Folha nesta semana que havia falado com Bolsonaro há poucos dias pelo Whatsapp.
