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Janja pede ingresso para ver jogo da seleção feminina de futebol contra o Japão em Paris
Janja pede ingresso para ver jogo da seleção feminina de futebol contra o Japão em Paris
Por Mônica Bergamo/Folhapress
17/07/2024 às 14:00
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A primeira-dama Rosângela da Silva, Janja, pediu ingresso para assistir ao jogo da seleção brasileira feminina de futebol contra o Japão nas Olimpíadas de Paris. A partida ocorrerá no dia 28 de julho.
Até agora, essa foi a única competição pela qual ela demonstrou interesse em ver.
A mulher do presidente Lula (PT) deve chegar no dia 25 à capital francesa, onde deve ficar hospedada por apenas três dias. Ela deve viajar acompanhada de uma equipe de dez a 15 pessoas, incluindo seguranças.
Além de assistir à partida da seleção feminina, Janja deve visitar a Casa Brasil ao lado do presidente da Embratur, Marcelo Freixo.
O espaço, promovido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), terá 5 mil metros quadrados e foi criado para receber torcedores de todo o mundo. Ele é patrocinado pela Embratur e pelo Sebrae e ficará localizado no Parc La Villete.
Janja ainda está sem credencial para assistir à abertura dos Jogos Olímpicos, no dia 26. A situação gerou tensão e corre-corre no governo, que mobilizou autoridades em busca de uma solução para o problema.
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Paris convidou Lula para a abertura das Olimpíadas, e a credencial dele, caso solicitada, estaria garantida, na categoria de dignitário, a pessoa que ocupa alto cargo público.
O presidente, no entanto, anunciou na semana passada que não conseguirá ir à França e que Janja viajará para representá-lo.
O governo, agora, tem que contornar dois problemas: o anúncio de Lula foi feito a 15 dias dos Jogos, já fora do prazo estabelecido pelo COI para a confirmação de presença na festa. Em segundo lugar, Janja não pode simplesmente usar a credencial que seria dada ao presidente, por não ser dignitária.
Na segunda (15), integrantes do cerimonial da Presidência da República conversaram com pessoas do COB para que os brasileiros façam gestão junto ao Comitê Olímpico Internacional (COI) para que o impasse seja resolvido.
Embora Lula seja próximo do presidente da França, Emmanuel Macron, a autoridade sobre tudo o que acontece nos Jogos Olímpicos é do Comitê Organizador.
Diplomatas próximos de Lula acreditam, no entanto, que o problema será contornado, já que o presidente tem excelentes relações com o COI —no segundo governo dele, o Brasil conquistou o direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016.
