Home
/
Noticias
/
Exclusivas
/
Na primeira sessão do pleno após afastamento de colega por CNJ, desembargadores fazem cara de paisagem
Na primeira sessão do pleno após afastamento de colega por CNJ, desembargadores fazem cara de paisagem
Por Política Livre
20/10/2023 às 19:03
Atualizado em 20/10/2023 às 19:04
Foto: Reprodução

Na primeira sessão do pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ter afastado o desembargador Luiz Fernando Lima, que concedeu prisão domiciliar a um líder da facção criminosa Bonde do Maluco (BDM), nenhum dos magistrados presentes abordou o tema que ganhou repercussão nacional, possivelmente para evitar constrangimentos.
O desembargador ainda vai ser investigado pela denúncia de uma suposta alteração em sua data de nascimento para retardar sua aposentadoria pela Corte.
Durante toda a sessão, que durou aproximadamente 4 horas, os desembargadores fizeram pronunciamentos brandos, sem maiores polêmicas. Na oportunidade, a Corte analisou questões como pedidos de afastamento, licenças e avisos de férias, além de algumas matérias judicantes. No total, foram 26 processos julgados.
O maior debate ficou para a continuidade da sessão após o intervalo, onde foram tratadas questões relativas a cuidados com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Na ocasião, o desembargador Roberto Maynard Frank questionou o fato de o tribunal conceder tutela nos casos de convênio para a realização de São João e a negativa para ações sociais. “Tão importante quanto o São João, é a implementação de saneamento básico”.
