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Governo conta com alíquota mínima de 20% para compras internacionais de até US$ 50, hoje isentas, em 2024

Governo conta com alíquota mínima de 20% para compras internacionais de até US$ 50, hoje isentas, em 2024

Por Nathalia Garcia/Folhapress

01/09/2023 às 11:53

Foto: Marcello Casal Jr./Arquivo/Agência Brasil

Governo conta com alíquota mínima de 20% para compras internacionais de até US$ 50, hoje isentas, em 2024

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) considerou a cobrança de uma alíquota mínima de 20% para compras internacionais de até US$ 50, hoje isentas, em sua proposta do Orçamento de 2024.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, contudo ressaltou que a decisão sobre o valor do imposto de importação federal ainda não foi tomada pela equipe econômica.

"A gente está considerando uma alíquota mínima, conforme as empresas têm proposto ao governo federal, em torno de 20%. Mas essa definição não foi feita pelo governo. Estamos partindo de um piso que as próprias empresas no debate têm sugerido para o governo", disse.

No PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) do próximo ano, entregue pelo Executivo ao Congresso Nacional nesta quinta-feira (31), a equipe econômica prevê arrecadar R$ 2,86 bilhões com imposto de importação cobrado em compras de mercadorias internacionais, o que inclui o aumento de fiscalização e iniciativas como o Remessa Conforme, da Receita Federal.

O programa prevê hoje isenção do imposto de importação para compras de até US$ 50 para as empresas que possuem certificação. Para remessas acima desse valor (incluindo frete e outros encargos), é cobrada uma alíquota de 60%.

Além do imposto federal, é cobrada por todos os estados uma alíquota de 17% de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em operações de importação por comércio eletrônico, conforme definiu o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

Um mês depois do lançamento do Remessa Conforme, apenas duas empresas receberam certificação do governo federal –AliExpress, empresa do grupo Alibaba, autorizada pelo governo nesta quinta, e Sinerlog.

A isenção do imposto de importação nas compras de até US$ 50 gerou críticas de varejistas brasileiros, que alegaram risco de perda de empregos e fechamento de lojas no país.

Em agosto, Durigan disse em entrevista à GloboNews que a pasta iria estudar a revisão da tributação para compras internacionais de até US$ 50 para não haver tratamento diferenciado entre o varejo brasileiro e o ecommerce internacional. Segundo o número 2 da Fazenda, os ajustes ocorrerão apenas depois da implementação do Remessa Conforme.

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