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'É crucial quebrar esse ciclo de silêncio e medo', diz Ireuda Silva sobre relações abusivas, que afetam a saúde mental
'É crucial quebrar esse ciclo de silêncio e medo', diz Ireuda Silva sobre relações abusivas, que afetam a saúde mental
Por Redação
06/09/2023 às 09:39
Atualizado em 06/09/2023 às 10:01
Foto: Valdemiro Lopes/Arquivo/CMS

A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, vereadora Ireuda Silva (Republicanos), comentou nesta quarta-feira (06) a relação entre relacionamentos tóxicos e depressão. Para a republicana, é necessário aumentar a conscientização sobre os impactos emocionais prejudiciais dessas dinâmicas prejudiciais.
A republicana destacou que tem visto inúmeros casos de mulheres que sofrem em silêncio devido a relacionamentos tóxicos. "É crucial entender que relacionamentos abusivos não se limitam a abusos físicos, mas também incluem abusos emocionais e psicológicos, que podem ser igualmente destrutivos", disse.
A vereadora sublinhou que a exposição constante a um parceiro que mina a autoestima, controla ou manipula emocionalmente pode ter sérias consequências para a saúde mental. "A depressão é uma das consequências mais comuns de relacionamentos tóxicos. As vítimas muitas vezes se sentem presas, isoladas e desvalorizadas, o que pode levar a um declínio na saúde mental", explicou Ireuda.
Ela também observou que as mulheres são mais propensas a serem vítimas de relacionamentos tóxicos, devido a uma série de fatores sociais e culturais. "Muitas mulheres enfrentam pressões sociais para manter relacionamentos prejudiciais, especialmente quando há filhos envolvidos. É crucial quebrar esse ciclo de silêncio e medo para que as mulheres possam buscar ajuda e apoio", ressaltou.
Ela também destacou a importância de recursos e serviços de apoio disponíveis para vítimas de relacionamentos tóxicos, incluindo linhas diretas de ajuda e organizações de apoio às mulheres. "Precisamos investir mais em recursos para apoiar as vítimas e educar a sociedade sobre os perigos dos relacionamentos abusivos", concluiu Ireuda Silva.
