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'Todos que foram defenestrados da Palmares voltarão ao lugar de heróis', diz futuro presidente da fundação
'Todos que foram defenestrados da Palmares voltarão ao lugar de heróis', diz futuro presidente da fundação
Por Redação
24/12/2022 às 10:28
Atualizado em 24/12/2022 às 10:28
Foto: Mateus Pereira/GOVBA

O advogado, mestre em direito público pela Universidade de Brasília, carnavalesco e presidente do Olodum, João Jorge Rodrigues, participou da criação da Fundação Palmares, em 1988. Hoje, é o nome escolhido pela futura ministra da Cultura, Margareth Menezes, para assumir a presidência da instituição, em 2023.
Ao jornal "O Globo", João Jorge disse que pretende recolocar as personalidades excluídas pela gestão anterior na lista de homenageados. "A história brasileira é feita por índios, negros e brancos. Todos que foram defenestrados da Fundação Palmares, além de ganharem desagravo, voltarão ao lugar de heróis do povo brasileiro. Seja na música, na cultura, estejam vivos ou não. Isso não tem nem discussão", afirmou.
"A ideia é fazer uma homenagem coletiva àqueles que sofreram ofensas. Martinho da Vila está com mais de 80 anos, é embaixador da nossa cultura. Benedita, Pelé... E Zumbi também voltará a ter representação. Porque a Palmares sem Zumbi é como a Fundação Getúlio Vargas sem Getúlio ou o Centro Pompidou sem nada que se refira ao ex-presidente francês", acrescentou.
