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Estudantes da UFBA desenvolvem e aplicam jogos anticapacitistas em escolas públicas do ensino fundamental

Estudantes da UFBA desenvolvem e aplicam jogos anticapacitistas em escolas públicas do ensino fundamental

Por Redação

23/11/2022 às 10:41

Atualizado em 23/11/2022 às 13:57

Foto: Divulgação

Estudantes da UFBA desenvolvem e aplicam jogos anticapacitistas em escola públicas do ensino fundamental

A turma da Ação Curricular em Comunidade e Sociedade (ACCS) Políticas Públicas de Cuidados para as Diversidades, da Escola de Administração da UFBA (Eaufba), segue com uma atividades de extensão voltadas à discussão sobre a capacitismo, preconceito e opressões contra pessoas com deficiência. Com o apoio da Pró-reitoria de Extensão, nesta quarta-feira, 23 de novembro, das 18h30 às 21h, a ACCS leva o debate para o Colégio Estadual Euricles Matos, Rua Oswaldo Cruz, Rio Vermelho. Serão realizadas oficinas com os estudantes usando filmes e jogos educacionais.

Segundo o coordenador da ACCS, o professor Edgilson Tavares, a atividade será ofertada para três turmas do turno noturno, incluindo uma de adultos e idosos que estão no ensino fundamental. Ele explica que os jogos foram desenvolvidos pelos estudantes de vários cursos da UFBA (Bacharelados Interdisciplinares em Humanidades, Saúde, Artes; Administração, Serviço Social; Ciências Sociais; Gestão Pública e Social; entre outros), matriculados na ACCS.

"Tudo foi feito usando a ludicidade como forma de levar a reflexão-crítica com relação ao capacitismo que é estrutural na sociedade, se manifesta no cotidiano e se intersecciona com outros preconceitos como o racismo, sexismo e LGBTfobia. Foram desenvolvidos jogos de tabuleiro, janga, palavras cruzadas, usando materiais reciclados, numa perspectiva sustentável e de replicabilidade”, explica.

Anteriormente, no dia 18 de novembro, foi realizada uma oficina somente com os professores da escola.

Nesse semestre, a ACCS conta com colaboradores externos como a psicóloga anticapacitista Cleciane Cruz e o pedagogo Junior Ornellas. “A ideia é levar gratuitamente as oficinas para outras instituições que desejarem agregar o debate sobre anticapacitismo a questões relacionadas a inclusão social da pessoa com deficiência”, complementa Tavares.

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