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Senador Otto Alencar defende o Farmácia Popular e critica cortes

Senador Otto Alencar defende o Farmácia Popular e critica cortes

Por Redação

14/09/2022 às 21:32

Atualizado em 14/09/2022 às 21:32

Foto: Divulgação

O senador Otto Alencar (PSD)

Médico e considerado como “o senador da saúde”, sobretudo após atuação na CPI da Covid, Otto Alencar (PSD), candidato à reeleição, criticou mais um corte, desta vez de quase 60%, no programa social Farmácia Popular, que atende a 22 milhões de pessoas. Ao contrário da verba de R$ 2,04 bilhões deste ano, para o próximo a previsão do governo Bolsonaro é de apenas R$ 804 milhões, uma redução de R$1 bilhão.

“É um absurdo o que o governo federal está propondo, e colocará muita gente em risco. O programa é da maior importância, pois atende a pessoas que fazem uso de medicação continuada, como hipertensos, asmáticos e diabéticos. Não aceito o fim do programa e vou continuar lutando pela sua manutenção”, advertiu.

Pelo corte anunciado, 13 princípios ativos de remédios usados no tratamento continuado de hipertensão, asma e diabetes, justamente as doenças apontadas pelo Ministério da Saúde como as que mais acometem a população, sofrerão uma queda drástica na oferta gratuita pelo Farmácia Popular. Além disso, o corte incluirá fraldas geriátricas, preservativos e medicamentos para outras doenças cobertas pelo programa social, criado em 2004, na primeira gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Olhar atento

Presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), Otto Alencar diz que o colegiado terá papel decisivo na discussão sobre os recursos previstos para 2023, com um olhar atento à perda de valores destinados aos programas sociais. “E o Farmácia Popular é uma política pública de saúde da maior importância para a população de menor poder aquisitivo, pois distribui, gratuitamente, medicamentos vitais para o tratamento de doenças que ainda matam muitas pessoas no Brasil”, alertou o senador.

Outra preocupação de Otto é em relação às consequências dessa interrupção nos tratamentos sobre o SUS, já que muitos beneficiários do sistema terão que recorrer muito mais aos serviços dos hospitais públicos e clínicas conveniadas. “Isso será inevitável, são 22 milhões de pessoas que não terão como comprar esses medicamentos nas farmácias privadas”, observou o senador.

Outras doenças - Além dos medicamentos gratuitos para hipertensão, diabetes e asma, a Farmácia Popular oferece mais 11 itens com preços até 90% mais baratos, utilizados no tratamento de dislipidemia, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de contraceptivos e fraldas geriátricas para incontinência urinária.

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