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Deputado e familiares cobram da Justiça manutenção de prisão dos assassinos de médico em Barra
Deputado e familiares cobram da Justiça manutenção de prisão dos assassinos de médico em Barra
Por Redação
12/09/2022 às 19:16
Foto: Reprodução / Arquivo

O pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira foi assassinato dentro da própria clínica no município de Barra, no oeste do estado, no dia 23 de setembro do ano passado, em caso de repercussão nacional por conta das imagens em vídeo do crime. Há pouco mais de um ano do fato, familiares e a amigos do médico ainda buscam respostas. Os cinco criminosos presos serão ouvidos, pela primeira vez, em audiências de custódia, marcadas para está terça-feira (13) e quarta-feira (14).
"A família refuta a conclusão do inquérito por parte da Polícia Civil, que divulgou ter sido um crime motivado por ciúmes. Estamos cobrando da Secretaria de Segurança Pública (SSP) que apure melhor este caso e, da Justiça, esperamos que não deixe os criminosos livres", afirmou o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), amigo da família.
O pedido de justiça se espalha por diversos municípios, como Xique-Xique, Irecê, Morro do Chapéu, e a própria cidade de Barra. Outdoors foram colocados nessas cidades pedindo que os criminosos permaneçam presos. "O que não pode ficar no ar é a sensação de impunidade, que vai crescer caso os bandidos presos sejam colocados em liberdade. Por isso, a pressão da sociedade", complementou o parlamentar.
Um dos irmãos de Júlio César, Geraldino Gustavo Teixeira, foi quem levantou a hipótese de a morte do pediatra ter ocorrido por uma disputa de espaço de trabalho. “As motivações deste crime ainda não estão claras. Por isso, é fundamental que os cinco criminosos continuem presos. Queremos saber quem pagou eles", declarou Geraldino.
Um dos homens presos é Diego Santos Silva, conhecido como Diego Cigano. Os outros envolvidos no crime alegaram que Cigano cometeu o crime por ciúmes da esposa, o que a polícia classificou como um delírio do acusado. Ele, que ficou calado no depoimento, é investigado por diversos homicídios na região. Júlio César deixou esposa e dois filhos.
