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Operação Faroeste: desembargadoras são mantidas afastadas pelo CNJ, que abre processo disciplinar

Operação Faroeste: desembargadoras são mantidas afastadas pelo CNJ, que abre processo disciplinar

Por Redação

16/08/2022 às 17:01

Atualizado em 16/08/2022 às 17:16

Foto: Divulgação/Arquivo

Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Sandra Inês Rusciolelli

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu processos administrativos disciplinares e manteve o afastamento cautelar das desembargadoras do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Sandra Inês Rusciolelli, Lígia Ramos e Ilona Reis.

A conselheira e ministra corregedora Maria Thereza Rocha de Assim Moura afirmou que existem "indícios suficientes" de que a magistrada Sandra Inês tenha integrado "uma organização criminosa".

"Estão presentes indícios suficientes de que teria, supostamente, integrado uma organização criminosa, pode ter cometido os crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Em sendo esta minha visão e proposta de voto acolhida, eu também estou propondo a manutenção do afastamento cautelar", indicou a conselheira.

Tanto Sandra como Lígia e Ilona tiveram os pedidos de abertura dos processos acolhidos por unanimidade entre os conselheiros do CNJ.

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