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EUA dizem ter matado chefe do Estado Islâmico na Síria em ataque de drone

EUA dizem ter matado chefe do Estado Islâmico na Síria em ataque de drone

Por Folhapress

12/07/2022 às 16:06

Foto: AFP/Folhapress

Vista aérea da cidade destruída de Ariha, no noroeste da Síria

O chefe do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na Síria foi morto nesta terça-feira (12) em um ataque de drone comandado pelos Estados Unidos, informou o Departamento de Defesa americano.

Maher al-Agal, um dos cinco líderes mais importantes do grupo, foi morto enquanto andava de motocicleta perto de Jindayris, no noroeste do país, e um de seus principais assessores ficou gravemente ferido, disse o porta-voz do Comando Central do Departamento de Defesa, tenente-coronel Dave Eastburn.

"Um planejamento extensivo foi feito para esta operação para garantir sua execução bem-sucedida. Uma revisão indica que não houve vítimas civis", acrescentou o comunicado, dizendo ainda que o EI continua uma ameaça para os Estados Unidos e seus parceiros na região.

Al-Agal era responsável pelo desenvolvimento de redes do EI fora do Iraque e da Síria.

Os Estados Unidos têm cerca de 900 soldados na Síria, principalmente no leste do país, devastado por uma guerra civil que já dura uma década. O governo do presidente Joe Biden ainda não detalhou seu plano de longo prazo para a missão, na Síria há oito anos.

O assassinato seria outro golpe para os esforços do grupo militante para se reorganizar como uma força de guerrilha depois de perder grandes extensões de território. Em fevereiro, o principal líder do EI se explodiu durante um ataque militar dos EUA na Síria.

Um funcionário do governo dos EUA disse à agência de notícias Reuters que o líder do Estado Islâmico, ainda no início da operação americana, acionou uma bomba e morreu na explosão junto com alguns membros de sua família.

No auge de seu poder, entre 2014 e 2017, o Estado Islâmico governou milhões de pessoas e reivindicou a responsabilidade ou inspirou ataques em dezenas de cidades ao redor do mundo.

Seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, declarou um califado sobre um quarto do território do Iraque e da Síria em 2014, antes de ser morto em um ataque de forças especiais dos Estados Unidos no noroeste da Síria em 2019, momento a partir do qual o grupo terrorista entrou em colapso.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos que combate o EI disse em meados de 2019, após a derrota do grupo no campo de batalha, que mantinha ativos de 14 mil a 18 mil membros, incluindo 3.000 estrangeiros, embora não se tenha certeza dos números precisos.

Analistas afirmam que muitos combatentes locais podem ter voltado à vida normal, prontos para reaparecer quando surgir uma oportunidade.

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