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Pré-candidato ao governo, Roma diz acreditar que Bolsonaro vire cenário eleitoral na Bahia
Pré-candidato ao governo, Roma diz acreditar que Bolsonaro vire cenário eleitoral na Bahia
Por Davi Lemos
23/05/2022 às 10:58
Atualizado em 23/05/2022 às 10:59
Foto: Divulgação / Arquivo

O pré-candidato ao governo da Bahia, João Roma (PL), em sabatina realizada pelo UOL/Folha de São Paulo, disse acreditar que o presidente da República Jair Bolsonaro (PL) deve virar o atual cenário eleitoral na Bahia que, até o momento, dá ampla vantagem ao ex-presidente Lula - segundo levantamento da Genial/Quaest, Lula tem 63% das intenções de voto na Bahia, enquanto Bolsonaro tem 17%.
"Apesar de não ter sido o vencedor na Bahia [nas eleições de 2018], tem tratado muito bem a Bahia", salientou Roma. O deputado federal ainda destacou que há mais pessoas recebendo o Auxílio Brasil na Bahia - cerca de 2 milhões de famílias - que com carteira assinada. O pré-candidato ainda ressaltou o andamento de obras a do Rodoanel, em Feira de Santana, da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol).
Ao ser questionado se esconderia Bolsonaro em sua campanha, dada a rejeição ao mandatário na Bahia, Roma respondeu: "como esconder o presidente que está transformando a realidade do estado da Bahia, enquanto outros levaram muito conversa e a confiança do povo baiano?".
Crítica a Neto
Na sabatina, Roma repetiu a crítica de que o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo pelo União Brasil, ACM Neto, "saiu da prefeitura, mas a prefeitura não saiu dele". Roma declarou que a postura do ex-prefeito visa atender aos seus interesses pessoais.
O pré-candidato do PL disse ainda que, na Bahia, ocorre uma "dança de cadeiras" ou "troca de cartas", com cada político preocupado com seu umbigo. "Permaneço no meu mesmo quadrante, fazendo oposição ao PT e colocando o que eu acredito para o futuro do Brasil. A posição de ACM Neto não é tirar o PT do poder, mas ocupar o espaço de poder dele", avaliou Roma.
Ainda segundo o deputado federal, dois fatores explicam a liderança de Neto nas pesquisas. O primeiro seria a boa avaliação de suas gestões frente à Prefeitura de Salvador. O segundo seria o "recall" da sigla ACM pelo interior da Bahia. Roma diz, entretanto, que ao não se posicionar nacionalmente, Neto se põe como "antilideranç". "Se ele admite estar ao lado do PT, eu não admito".
