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Marta critica alta de gasolina e alfineta Neto: 'Omite Bolsonaro, mas esteve aliado no desmonte da Petrobras'
Marta critica alta de gasolina e alfineta Neto: 'Omite Bolsonaro, mas esteve aliado no desmonte da Petrobras'
Por Redação
05/05/2022 às 15:06
Atualizado em 05/05/2022 às 15:07
Foto: Política Livre / Arquivo

Pré-candidata a deputada federal, a vereadora Marta Rodrigues (PT) voltou a criticar, nesta quinta-feira (5), a política de combustíveis e de privatização da Petrobras no governo Bolsonaro, que resultou em novo aumento de combustíveis na Bahia esta semana – podendo chegar a 8 reais o litro de gasolina, e lembrou que durante as duas gestões do ex-presidente Lula o preço da gasolina aumentou apenas R$0,43, saindo de R$2,16 para R$ 2,59 de 2003 a 2010.
“Isso reflete em tudo, na inflação, no aumento do preço de gás, no aumento da fome, do desemprego e consequentemente Salvador vai sofrendo com tudo isso diante da ausência de políticas públicas que deem conta desses graves problemas. Dia após dia a situação no país só piora e sabemos que o aumento da gasolina na Bahia, novamente, é consequência da crise e privatização da Refinaria de Mataripe, conhecida como Landulpho Alves (Rlam), na Bahia, que agora virou Acelen”, diz Marta.
Segundo ela, o mais novo aumento pela atual refinaria, a Acelen, deixa todos indignados e é consequência da política de gestão e privatização de Bolsonaro, Paulo Guedes e aliados, nociva ao país e que só favorece acionistas estrangeiros, que lucram bilhões às custas das riquezas brasileiras.
“O entreguismo de Bolsonaro explodiu o preço da gasolina e quem sofre é o povo baiano e brasileiro vive grave situação de fome enquanto o presidente e seus aliados, alguns deles da Bahia, parecem não estar nem aí. Por isso é importante, sim, saber muito bem com quem o pré-candidato ao governo da Bahia vai caminhar nacionalmente”, disse.
Para Marta, é devido aos diversos fracassos do governo Bolsonaro que o pré-candidato a governo da Bahia, ACM Neto (UB), tenta agora se desvincular do atual presidente afirmando que a campanha não deve ser nacionalizada, ao tempo que esteve o tempo todo como aliado dele. “Não adianta ter caminhado junto nessa política de retrocesso e agora tentar fugir”, disse, se referindo ainda a pesquisa Genial/ Quaest, divulgada em abril, que mostrou Bolsonaro como maior responsável pela inflação dos combustíveis.
