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Baiano, indicado à presidência da Petrobras é considerado braço-direito de Paulo Guedes
Baiano, indicado à presidência da Petrobras é considerado braço-direito de Paulo Guedes
Por Política Livre
24/05/2022 às 09:05
Atualizado em 24/05/2022 às 09:07
Foto: Divulgação/Arquivo

Caio Mário Paes de Andrade, indicado ontem à noite pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para a presidência da Petrobras numa tentativa desesperada de controlar a alta de preços dos combustíveis, é baiano e braço-direito do ministro da Economia, Paulo Guedes.
Diferentemente dos demais auxiliares de Guedes que deixaram seus cargos no Ministério descontentes com a fragilidade da política econômica do governo, reza completamente na cartilha do ministro que, para permanecer num eventual futuro governo de Bolsonaro, cedeu ao populismo fiscal.
Por este motivo, poucos acreditam que não fará tudo que for possível para atingir os objetivos do governo, pouco importam suas consequências para a empresa e a economia, diz ao Política Livre um economista com acesso direto ao Ministério da Economia.
Andrade, que já tinha sido cotado para ocupar a presidência da companhia no mês passado, não tem experiência comprovada de, no mínimo, três anos, no mercado de óleo e gás, além de não preencher outros requisitos estabelecidos como essenciais para o cargo.
O mais próximo disso é a posição de conselheiro da estatal Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), que gere os contratos de óleo e gás da União, desde janeiro de 2021 (há um ano e cinco meses).
Ele é próximo também ao ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida – que também fazia parte da equipe de Guedes. Seu nome ainda será submetido à aprovação do Conselho da companhia.
