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Presidente nacional do PSOL diz que chapa majoritária na Bahia representa movimento negro e lutas populares
Presidente nacional do PSOL diz que chapa majoritária na Bahia representa movimento negro e lutas populares
Por Redação
20/04/2022 às 20:45
Atualizado em 20/04/2022 às 22:44
Foto: Divulgação

Na tarde desta quarta-feira (20), o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, participou de encontro com a chapa majoritária do partido na Bahia, representada pelo pré-candidato ao governo do Estado Kleber Rosa, acompanhado do pré-candidato a vice Ronaldo Santos e dos pré-candidatos da chapa coletiva ao Senado, Tâmara Azevedo, e o ativista de Itabuna, Zem Costa.
Na oportunidade, Juliano Medeiros disse apostar em uma ampliação de, pelo menos, 50% da bancada da sigla no Brasil durante o processo eleitoral deste ano. "Vamos sair mais fortalecidos! É impossível que o PSOL não saía maior na campanha deste ano. Para disputarmos a base do PT, precisamos nos aproximar dela e lançar candidaturas próprias no Estado. Temos um cenário muito promissor para o PSOL na Bahia com uma chapa majoritária muito bem representada. Kleber e Tâmara são dois grandes ativistas do movimento negro e das lutas populares. Tenho certeza que vão fazer um excelente trabalho na disputa baiana", frisou Juliano Medeiros.
O pré-candidato ao governo Kleber Rosa frisou que o partido historicamente possui mais votos nos setores de classe média, mas no processo eleitoral deste ano a chapa majoritária terá um perfil extremamente popular. "Pela primeira vez vamos ter uma chapa com a cara da Bahia. Eu e Tâmara, antes de qualquer coisa, somos militantes do movimento negro. Nós vamos avançar para os setores populares", garante o postulante ao Palácio de Ondina, ao pontuar que a gestão petista na Bahia, é "uma máquina de matar jovens pobres das periferias", fato este que, segundo ele, gera "um constrangimento nos militantes do movimento negro que são do PT".
A pré-candidata ao Senado Tâmara Azevedo salientou que a Bahia possui a segunda maior população indígena do Brasil e 42% do território baiano é composto por comunidades tradicionais. Entretanto, cerca de 60% do Estado está em processo de desertificação. "Precisamos de um programa de desenvolvimento sustentável, de fomento à economia criativa. Mas precisamos reconhecer que as comunidades tradicionais só passaram a ser reconhecidas, do ponto de vista institucional, a partir do governo Lula", disse a pré-candidata.
