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'Com o fim da eleição no TJ, acaba a política e a disputa', diz Gardênia Duarte
'Com o fim da eleição no TJ, acaba a política e a disputa', diz Gardênia Duarte
Por Davi Lemos
17/11/2021 às 20:33
Atualizado em 17/11/2021 às 20:33
Foto: Davi Lemos / Política Livre

Eleita 1ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, a desembargadora Gardênia Duarte afirmou que, findado o processo eleitoral para a escolha da composição da nova mesa diretora da Corte, é superado o período de disputas internar e de fazer política. "A nossa [disputa] é diferente [quando comparara à político-partidária]: há uma disputa normal, que é uma eleição - a diferença é que é a eleição de um colegiado, existe realmente a luta de cada um, os pedidos, etc. [Mas] Uma vez eleitos, acaba a política e a disputa e nós nos integramos para exercer bem a direção do Tribunal de Justiça", disse a desembargadora.
Ela acrescentou: "Agora esses cinco [membros da mesa diretora eleitos nesta quarta-feira (17)] se reúnem, independente de qualquer posição de grupo, porque agora nosso dever é se unir para aplicar a justiça e para exercer nossa missão com harmonia”, reforçou. “A disputa é entre nós do tribunal, mas, de qualquer forma, é uma disputa a quem todos nós devemos respeito", ponderou, que concedeu entrevista à imprensa na sede da Associação dos Magistrados do Estado da Bahia (Amab), no Fórum Ruy Barbosa, na tarde desta quarta-feira (17).
Sobre o fato de integrar a mesa diretora da Casa, a magistrada disse sentir-se honrada e afirmou que a missão principal dos eleitos é atender melhor ao cidadão baiano. Sobre esse compromisso, reforçou: “A justiça, nós apenas a representamos e a aplicamos, mas temos um dever para com cada cidadão baiano que, na busca de seus direitos, procura nossos colegas de primeira instância, quanto como nós em segunda instância. Somos todos juízes”, finalizou.
