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Lula afirma não ser momento de 'priorizar eleições', mas diz que participará de pleito 'em qualquer circunstância'

Lula afirma não ser momento de 'priorizar eleições', mas diz que participará de pleito 'em qualquer circunstância'

Por Davi Lemos

20/10/2021 às 10:24

Atualizado em 20/10/2021 às 10:27

Foto: Reprodução / Youtube / Rádio A Tarde FM

Ex-presidente Lula

Na entrevista que concedeu à Rádio A Tarde FM, o ex-presidente Lula disse que "não é o momento da gente priorizar as eleições de 2022, [pois vivemos] um resquício de uma pandemia que ainda não acabou, de uma pandemia que ceifou [a vida de] mais de 600 mil pessoas", disse o petista, ao programa "Isso é Bahia", na manhã desta quarta-feira (20). O ex-presidente considerou que é momento para se debruçar no enfrentamento à fome, ao desemprego, dentre outros temas.

O petista salientou que, a partir de fevereiro ou março, vai começar a estabelecer viagens pelo Brasil para discutir a campanha. "Eu vou participar da campanha em qualquer circunstância: como cabo eleitoral, como candidato, como eleitor. O que é importante é que nós temos uma coisa mais importante agora quando você vê no jornal que tem pelo menos 19 milhões de pessoas passando fome crônica, 116 milhões de pessoas com algum problema de insegurança alimentar", pontuou.

Nesse sentido, o petista disse ser a favor não somente do auxílio emergencial de R$ 400,00 - o anúncio do Auxílio Brasil nesse valor, que substituiria o Bolsa Família, teve anúncio oficial cancelado ontem - mas um valor mais alto, de R$ 600. Lula disse não se preocupar se o atual presidente Bolsonaro se beneficiaria desse auxílio ou novo Bolsa Família para alavancar sua reeleição - o petista disse que, há seis meses, o PT já defendia o auxílio emergencial de R$ 600 e que manteria a posição. "Eu acho que o povo merece os R$ 600, e ele [Jair Bolsonaro] tem que dar. Se ele vai se aproveitar disso, é problema dele".

Polarização e 'fake news'

Lula também comentou o cenário de polarização que se prenuncia para 2022 entre ele e o presidente Jair Bolsonaro. "Vai ter a disputa, vai ter polarização entre um ou mais candidatos: um ganha e vai governar, o outro perde, vai lamentar e se preparar pras outras eleições", disse. O petista disse ser imune, entretanto a "fake news" ou a discursos de ódio. Apontou que os mais frágeis às notícias falsas são os políticos com menos tempo de caminhada e não os como ele, com trajetória já firmada.

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