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Alex Lima quer campanha de conscientização sobre TDAH e dislexia nas escolas públicas

Alex Lima quer campanha de conscientização sobre TDAH e dislexia nas escolas públicas

Por Redação

29/10/2021 às 17:19

Atualizado em 29/10/2021 às 17:19

Foto: Divulgação/Arquivo

Deputado estadual Alex Lima (PSB)

O deputado estadual Alex Lima (PSB) protocolou um Projeto de Lei na Assembleia Legislativa da Bahia que propõe instituir a campanha estadual de informação do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e da Dislexia no calendário escolar da rede estadual de ensino. O objetivo é orientar profissionais da educação, pais e responsáveis sobre a identificação e tratamento do TDAH, bem como a Dislexia, para que crianças e jovens recebam o devido apoio e tratamento.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o TDAH já atinge 2 milhões de pessoas no Brasil, enquanto a dislexia cerca de 15 milhões. Durante anos, muitas crianças com déficit de atenção, dislexia e outros problemas de desenvolvimento motor e cognitivo foram subdiagnosticadas e tratadas como pessoas desinteressadas na atividade escolar. Atualmente estudos já comprovaram que qualquer alteração neurofuncional compromete o desempenho evolutivo no ato de ler e escrever, pois cerca de 25% das pessoas com TDAH e dislexia não terminam o ensino médio. Ambos os transtornos dificultam a entrada da informação e o processamento cognitivo da leitura e aprendizagem.

De acordo com o deputado Alex Lima, a celeridade do diagnóstico e tratamento reflete diretamente no desenvolvimento escolar. “É um absurdo que crianças e jovens abandonem o estudo por falta de diagnóstico e acompanhamento adequado. Precisamos falar mais sobre esses transtornos e garantir tratamento acessível para todos. Quanto mais cedo isso for iniciado, melhor”, defendeu o autor do projeto, ressaltando a importância de uma atuação coletiva. “Precisamos de uma campanha permanente com o objetivo de mobilizar educadores, pais e responsáveis, a comunidade bem como o próprio Sistema Único de Saúde, através da Sesab, para políticas de diagnósticos e encaminhamentos destas limitações neurofuncionais. As escolas precisam promover meios para que, progressivamente, seja oferecido às crianças e adolescentes com TDAH e dislexia, o acesso aos recursos didáticos e pedagógicos adequados ao desenvolvimento de sua aprendizagem”, afirmou o socialista.

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