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Polícia conclui que Wassef, advogado da Família Bolsonaro, não cometeu assédio antes de briga em restaurante
Polícia conclui que Wassef, advogado da Família Bolsonaro, não cometeu assédio antes de briga em restaurante
Por Redação
26/09/2021 às 08:18
Atualizado em 26/09/2021 às 08:18
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu o inquérito sobre a briga envolvendo o advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, em um restaurante, no dia 21 de agosto.
De acordo com a polícia, Wassef é a vítima da situação. O advogado, na ocasião, foi acusado de ter assediado Marcia Juliani, de 53 anos. Durante a confusão, o marido Adroaldo Juliani, 65 anos, correu atrás de Wassef com uma faca na mão.
A polícia indiciou o agressor por tentativa de homicídio. “As filmagens mostram com nitidez e clareza que a vítima Frederick Wassef não foi e muito menos chegou perto do banheiro feminino ou de Márcia", disse o delegado Sérgio Bautzer.
"Pelas imagens, verifica-se que Frederick Wassef sequer se encontrava dentro do restaurante, tendo ele ficado na rua e na calçada, do lado de fora do restaurante, em pé, e durante todo o tempo falando em seu telefone celular, sozinho, caminhando de um lado para outro da calçada”.
O casal disse em depoimento disse ser simpatizante do presidente Jair Bolsonaro, relatou que cumprimentou Wassef ao sair do restaurante no horário do almoço. E, ao chegar em casa, ouviu a mulher relatar que o advogado havia “falado besteira” na saída do banheiro, segundo a ocorrência.
A esposa, na visão do marido, havia sido alvo de assédio, pegou o carro e voltou ao restaurante para confrontar Wassef.
“Safado, sem vergonha. Atacando mulher no banheiro”, gritou o marido, como mostrou uma das gravações em vídeo.
