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Omar Aziz diz que Queiroga agiu como 'marginalzinho' ao mostrar dedo do meio em NY

Omar Aziz diz que Queiroga agiu como 'marginalzinho' ao mostrar dedo do meio em NY

Por Mônica Bergamo/Folhapress

27/09/2021 às 12:46

Atualizado em 27/09/2021 às 12:46

Foto: Edilson Rodrigues/Arquivo/Agência Senado

Omar Aziz

O senador e presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), comparou a atitude do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de mostrar o dedo do meio a ativistas que protestavam contra o governo em Nova York ao comportamento de "um marginalzinho".

As declarações foram feitas pelo parlamentar nesta segunda-feira (27), durante entrevista ao programa "Oito em Ponto", apresentado pelo advogado criminalista Sergei Cobra Arbex na Rádio Cultura FM.

"O Queiroga, que é medico, ele dá cotoco lá nos Estados Unidos para as pessoas, mostra o dedo do meio. Veja bem, olha o ministro da Saúde! Você espera isso de um marginalzinho, de uma pessoa sem qualificação nenhuma, mas de um ministro de Estado? Qual a diferença entre eles dois? Nenhuma", afirmou Aziz ao programa (veja o vídeo abaixo).

"O presidente manda o cara estudar, 'olha, estuda isso e já pode tirar a máscara'. Ele abre um estudo. É um cara 'sim, senhor, não, senhor'", seguiu.

Na semana passada, enquanto a comitiva presidencial estava em Nova York para a Assembleia-Geral da ONU, cerca de dez pessoas gritavam palavras de ordem contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), como “genocida” e “assassino”, em frente à residência da missão brasileira junto à ONU, no Upper East Side.

O ministro Marcelo Queiroga, de dentro de uma van, chegou a se levantar do assento e mostrar o dedo do meio para os manifestantes, que responderam com gritos e fazendo o mesmo gesto.

Ao "Oito em Ponto" nesta segunda, Omar Aziz ainda disse que a única diferença entre o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga é que um usa farda, e o outro, bata.

O senador ainda afirmou que se equivocaram os que acharam que a CPI terminaria em pizza, e disse que todas as pessoas que cometeram crimes na pandemia da Covid-19 terão que pagar pelos seus atos.

“Essa CPI não é a CPI igual às outras. Essa CPI estava na casa dos brasileiros”, disse. “Não era uma questão abstrata, é uma situação que o povo brasileiro viveu”, seguiu Aziz.

O programa "Oito em Ponto" vai ao ar pelo 103.3 FM de segunda à sexta-feira, às 8h, na Rádio Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.

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