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Alan Sanches solicita intervenção do MP em reforma do Hospital Octávio Mangabeira em plena pandemia
Alan Sanches solicita intervenção do MP em reforma do Hospital Octávio Mangabeira em plena pandemia
Por Redação
08/07/2021 às 06:49
Atualizado em 08/07/2021 às 06:49
Foto: Divulgação

O deputado estadual Alan Sanches (DEM), em discurso no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia nesta quarta-feira (7), solicitou ao Ministério Público Estadual (MPE) intervenção na reforma prevista para acontecer a partir do dia 12 , com prazo previsto de 10 meses, no Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM), que trata doenças graves e com internamento contínuo em plena pandemia.
Segundo ele, não estamos falando de uma simples unidade, mas de um equipamento de referência. “Com especialistas de ponta que atendem não só a capital como todo o interior do estado. Portanto, apelo que o MPE se pronuncie em prol dos pacientes internados, no que tange às condições de sua transferência, acompanhamento e suporte e tome as medidas cabíveis”, disparou.
Segundo Alan Sanches, o que se sabe é que apenas a atividade ambulatorial e algum suporte de laboratório funcionará e os pacientes com tuberculose e HIV que necessitam de hospitalização passarão a ser atendidos no Instituto Couto Maia. “Já os serviços de infectologia clínica, vascular e cirurgia torácica serão incorporados por outras unidades da rede estadual na capital baiana, garantindo o acesso e assistência aos pacientes, a exemplo do Roberto Santos, mas o que estão esquecendo é que estamos vivendo um caos e precisamos de mais leitos e não transferir pacientes para os leitos que já existem. Isso é contrassenso”, arrematou.
“A conta da própria demanda do Couto Maia mais a demanda do Octávio Mangabeira não vai fechar, da mesma forma que a conta do Roberto Santos com a demanda do Octávio Mangabeira também não fechará e isso chama-se desassistência. Se a fila de regulação já está crescente vai ficar maior ainda”, concluiu, elencando o sufoco que os pacientes dessa especialidade irão passar. “E mais essa falta de gestão, consequentemente, contribuirá para o caos já estabelecido que, infelizmente, não tem data para acabar”, concluiu.
