Home
/
Noticias
/
Salvador
/
Suíca diz “que mentiras contadas pelo governo Bolsonaro custam vidas” e cobra posição do Judiciário
Suíca diz “que mentiras contadas pelo governo Bolsonaro custam vidas” e cobra posição do Judiciário
Por Redação
25/05/2021 às 19:00
Atualizado em 25/05/2021 às 19:25
Foto: Divulgação

O vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca (PT) diz que não suporta a ideia de que as mentiras disseminadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenham custado vidas no país durante a pandemia de Covid-19. Para o petista, a postura do mandatário do Palácio do Planalto “é de se envergonhar”. Suíca se refere à manifestação convocada por Bolsonaro “para ter seu ego inflado no Rio de Janeiro, terra da milícia”. Além disso, o vereador soteropolitano cobra posição do Poder Judiciário para que, ao menos, instrua o presidente a não cometer crimes contra a saúde pública todos os dias.
“Ele está correndo solto. Mente que nem sente mais. O governo tem um grupo de covardes no comando. Basta analisar o depoimento do ex-ministro que se diz general do Exército, mas passou mal em uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito], e ainda negou que tenha passado mal. No dia seguinte mostrou que não tinha condição alguma de assumir o Ministério da Saúde por falta de conhecimento. Foi na gestão de Eduardo Pazuello, que o país mergulhou no caos, faltou oxigênio em hospitais, queria distribuir cloroquina para o povo. Arriscou a vida de milhões de pessoas. Bom, se isso não é crime eu não sei mais o que é”, dispara Suíca.
O presidente da Comissão de Reparação da Câmara de Salvador também lembrou que o governo não tem tratado a pandemia com a seriedade que deveria. Para Suíca, o exemplo do auxílio emergencial no valor de R$ 150, por exemplo, “é um ato de deboche para com a população brasileira”. Ele completa dizendo que Bolsonaro sabe quem mais morre neste país por causa da crise, e que por isso ele se mantém inerte. “São os pobres e negros que estão morrendo, são aquelas pessoas que não conseguem fazer três refeições por dia, são os vulneráveis que vão trabalhar todo dia em transportes lotados, arriscando a própria vida, por isso ele não faz nada, não se importa com o povo”.
