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Plano de infraestrutura de Biden analisado: como os US$ 2,3 trilhões serão usados
Plano de infraestrutura de Biden analisado: como os US$ 2,3 trilhões serão usados
Por Folha de S. Paulo
01/04/2021 às 19:21
Atualizado em 01/04/2021 às 19:21
Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente Biden revelou um plano de US$ 2,3 trilhões destinado a reforçar a infraestrutura dos Estados Unidos, criar empregos e atacar a mudança climática. É a primeira de duas partes do plano econômico que o presidente apresentará ao Congresso nos próximos meses. Aqui estão detalhes de como o dinheiro seria gasto.
Transporte
Pouco mais de US$ 620 bilhões em gastos em transportes iriam para melhorar as estradas, pontes e outras partes da infraestrutura nacional. Os consumidores receberiam incentivos fiscais para comprar veículos elétricos como parte de um investimento de US$ 174 bilhões no setor. O plano inclui a construção de uma rede nacional de 500 mil estações de recarga para veículos elétricos até 2030.
Manufatura
Além da infraestrutura, o plano dedica US$ 300 bilhões para a manufatura nacional, incluindo resiliência a desastres e reforço à produção de semicondutores e apoio a fabricantes nacionais.
Criação de emprego e pesquisa
O plano inclui centenas de milhões de dólares em investimentos em desenvolvimento da força de trabalho e pesquisa e desenvolvimento. A Casa Branca está pedindo US$ 50 bilhões para a Fundação Nacional da Ciência se concentrar em pesquisa de semicondutores e de computação avançada.
Habitação, edifícios e empresas públicas
A proposta inclui US$ 40 bilhões para reformar as moradias públicas existentes, abordando a eficiência energética, como parte de um investimento de US$ 213 bilhões para criar opções habitacionais mais acessíveis. Cerca de US$ 111 bilhões iriam para a infraestrutura hídrica, com o objetivo de substituir todos os canos de chumbo do país. Outros US$ 100 bilhões serviriam para expandir o acesso à banda larga, especialmente nas áreas rurais.
A Casa Branca também quer investir US$ 100 bilhões para atualizar e construir novas escolas públicas, além de US$ 12 bilhões para atualizações da infraestrutura de faculdades comunitárias.
