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Demissão de ministro da Defesa foi alimentada por veneno de Braga Netto e Eduardo Ramos

Demissão de ministro da Defesa foi alimentada por veneno de Braga Netto e Eduardo Ramos

Por Mônica Bergamo/Folhapress

01/04/2021 às 09:06

Atualizado em 01/04/2021 às 09:10

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Fernando Azevedo

A decisão de Jair Bolsonaro (sem partido) de demitir o general Fernando Azevedo e Silva da Defesa é creditada a críticas feitas a ele pelos generais palacianos que teriam envenenado o presidente —que já estava insatisfeito com a pasta.

O veneno, segundo ministros do próprio governo, teria sido destilado pelos generais Walter Braga Netto, que acabou substituindo Azevedo e Silva, e Luiz Eduardo Ramos, que foi para o lugar de Braga Netto na Casa Civil.

Os dois divergiriam de Azevedo e Silva em relação à entrada de militares no governo. Enquanto o ex-ministro da Defesa defendia que militares ocupassem apenas cargos nas Forças Armadas e no GSI (Gabinete de Segurança Institucional), os dois palacianos defendem ainda mais fardados no governo. Segundo um ministro, eles não podem ver um cargo vago que já indicam um militar para ocupar.

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