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Com apoio de Bacelar professores de Feira de Santana contestam na Justiça corte de salários

Com apoio de Bacelar professores de Feira de Santana contestam na Justiça corte de salários

Por Redação

20/04/2021 às 14:40

Atualizado em 20/04/2021 às 14:45

Foto: Will Shutter/ Câmara dos Deputados

Deputado federal Bacelar (Podemos/BA)

Os professores da rede municipal de Feira de Santana receberam uma boa notícia na segunda-feira (19). A decisão judicial que determinou a redução salarial da categoria durante a pandemia do coronavírus poderá ser analisada novamente. Foi o que prometeu o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia e relator do processo, desembargador Lourival Trindade, durante uma reunião virtual com a diretoria da APLB/Feira, sindicato que representa os educadores em Feira de Santana. O encontro aconteceu a pedido do deputado federal Bacelar (Podemos/BA) que, ao ser informado sobre a situação, decidiu intervir e lutar em defesa dos direitos da categoria.

“É uma crueldade cortar os salários sem explicação nenhuma. Os professores continuam trabalhando e fazendo o que podem. Seguem planejando aulas, imprimindo atividades, em contato com pais, alunos, indo às escolas. Não estão de braços cruzados. Eles têm que honrar com os compromissos financeiros também” pontuou o parlamentar.

As aulas foram suspensas em 18 de março de 2020 e, desde então, a Prefeitura não paga o salário integral dos professores. O adicional de deslocamento também foi cortado. A justificativa é que as verbas teriam caráter indenizatório.

A APLB/Feira explica que esses profissionais trabalham o dobro do que previa o edital do concurso em que foram aprovados. “Por causa do déficit no quadro de servidores, cerca de mil profissionais foram convidados pela secretaria de Educação do município para assumir a carga de 40 horas semanais. O concurso era de 20 horas por semana. Ou seja, trabalhavam e recebiam o equivalente às 40h. São essas 20 horas que a prefeitura de Feira de Santana considera como excedentes e, por isso, defende que não houve corte no salário dos professores, mas esse valor tem nítido caráter salarial” explica a APLB/Feira.

O desembargador se comprometeu em analisar da decisão novamente e dar mais celeridade ao processo, tendo em vista que os professores enfrentam grandes dificuldades financeiras em virtude da pandemia. Ainda não há data marcada para um novo julgamento.

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