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Sandro Régis critica falta de investimentos na Ceplac e defende fortalecimento do órgão: 'Referência em pesquisa e inovação'

Sandro Régis critica falta de investimentos na Ceplac e defende fortalecimento do órgão: 'Referência em pesquisa e inovação'

Por Redação

30/03/2021 às 17:19

Atualizado em 30/03/2021 às 17:19

Foto: Sandra Travassos/AL-BA

Na imagem, o deputado estadual Sandro Régis, líder da oposição na Casa Legislativa

O deputado estadual Sandro Régis (Democratas) criticou nesta terça-feira (30) a falta de investimentos na Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e defendeu o fortalecimento do órgão, que é referência em pesquisa e inovação. O parlamentar destaca que a comissão, criada em 1957 como solução de profunda crise na cacauicultura brasileira, tem perdido força nas últimas décadas e, inclusive, já tem mais de 30 anos sem contratar profissionais para seu corpo técnico.

“Ao longo dos anos, a Ceplac se notabilizou no desenvolvimento de pesquisa e inovação na cacauicultura, o que colocou o Brasil como segundo maior produtor de cacau do mundo. No seu auge, a Ceplac deu uma importante contribuição ao país no sentido de potencializar nosso desenvolvimento econômico e social, fomentando a geração de emprego e renda e dando mais qualidade de vida a populações de diversas regiões”, afirmou Régis.

Contudo, ao longo dos últimos anos, a comissão tem sido enfraquecida, prejudicando toda a cadeia produtiva do cacau. “Por exemplo, no seu auge a Ceplac teve mais de 4.500 funcionários, que prestavam assistência técnica de ponta aos produtores, além de desenvolverem pesquisas que fez com que o Brasil tivesse a melhor expertise em inovação. Hoje, são menos de 1.000 servidores, que sofrem também com a gradual redução dos orçamentos e da estrutura do órgão. A Ceplac parece estar acabando aos poucos”, alerta.

O deputado ainda pontua que um decreto extinguiu o Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) prestado pelo órgão. Além disso, ele salienta que diversas unidades da Ceplac estão fechadas pela falta principalmente de corpo técnico. “A consequência disso é um impacto negativo imensurável para o cacau, prejudicando toda a cadeia produtiva e, principalmente, afetando indicadores sociais, econômicos e ambientais nas regiões produtoras”, enfatiza.

Régis lembra, ainda, que no ano passado um grupo de servidores da Ceplac encaminhou documentos à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e ao diretor do órgão, Waldeck de Araújo Pinto, em que pediam intervenções para reverter este processo de enfraquecimento da organização. Nos documentos, eles destacaram o importante papel da Ceplac para o desenvolvimento da cacauicultura e apontaram possíveis soluções para fortalecer o órgão.

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