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'Bolsonaro é igual a pau que nasce torto, não tem conserto', afirma Robinson, que critica ação no STF

'Bolsonaro é igual a pau que nasce torto, não tem conserto', afirma Robinson, que critica ação no STF

Por Redação

19/03/2021 às 17:55

Foto: Divulgação

O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Robinson Almeida (PT)

O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Robinson Almeida (PT), criticou, em entrevista à Rádio Andaia FM, de Santo Antônio de Jesus, nesta sexta-feira (19), a ação movida no Supremo Tribunal Federal pelo presidente Jair Bolsonaro contra as medidas restritivas implementadas nos estados da Bahia, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. O parlamentar baiano também criticou o presidente da República por negar a existência da pandemia, não usar máscara, promover aglomeração, não apresentar um plano de proteção nacional e de ação coordenada envolvendo estados e municípios no enfrentamento à crise sanitária.

"Eu imaginei que depois dos 'conselhos' de Lula na semana passada, que levou o presidente a usar máscara em evento público, colocar o globo terrestre na sua mesa durante live e tirar Pazuello do Ministério da Saúde, Bolsonaro iria mudar o comportamento pra enfrentar a pandemia. Mas pau que nasce torto, morre torto. Bolsonaro não tem conserto, prega o caos, não tem compromisso com a vida. Sua conduta, postura, com grave omissão e negação da pandemia, já levou mais de 285 mil brasileiros a perderem o bem mais precioso: a vida. Não há política de proteção nacional, de proteção da vida e da economia. Com Bolsonaro, o Brasil ficou mais pobre e sem saúde. Ele não está à altura do cargo que ocupa, não tem condições de liderar o Brasil", destacou Robinson.

O deputado recordou do não credenciamento ao Sistema Único de Saúde pelo Ministério da Saúde dos novos Hospitais públicos da Bahia, nem das Policlínicas, e mesmo sem receber esses recursos do governo federal o Estado ampliou as medidas na saúde, com a criação de novos leitos e apoio econômico aos mais pobres e aos pequenos empresários.

"Na Bahia, atuamos firmes para proteger os baianos e garantir isenção de conta de água para os mais pobres, prorrogação de ICMS, IPVA, crédito para microempresas, bolsa presença, vale alimentação e mais estudo para estudantes das escolas públicas, além do acordo com o fundo soberano russo para aquisição da vacina Sputinik", exemplificou. "Mas à medida que o governo federal nega a pandemia, não toma iniciativas e impõe uma política econômica em descompasso com a realidade nacional, a crise se agrava no Brasil", pontua.

"Então, essa medida contra os governadores, que estão protegendo a população, que estão no âmbito de sua competência organizando o funcionamento das atividades essenciais, criando mecanismos de evitar a aglomeração de pessoas e diminuir a circulação do vírus e a perdas de vidas... esses governadores deveriam ter do presidente todo o apoio. Bolsonaro deveria desde quando começou a pandemia reunir com os secretários de Saúde, com o ministro da Saúde para poder liderar o Brasil no enfrentamento dessa terrível crise sanitária. Mas ao invés de ajudar, Bolsonaro atrapalha. Ele quer impedir os governadores de proteger a população", concluiu Robinson.

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