Zap Respeita as Mina tem número novo e mais de dois mil acessos em dois meses
Por Redação
08/01/2021 às 20:15
Atualizado em 08/01/2021 às 20:16
Foto: Reprodução

O Zap Respeita as Mina está de número novo. Agora, quem precisar de orientação sobre violência doméstica e familiar é só enviar mensagem para o número (71) 3117–2815. Em dois meses e meio de funcionamento, o serviço recebeu 2.682 acessos, 2.248 oriundos do whatsapp e 434 pelo chatbot.
A iniciativa, implantada pela Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA) com o intuito de oferecer mais um canal de atendimento às baianas no período da pandemia, conta com apoio da Secretaria de Segurança Pública (SSP).
Até o momento, o serviço foi acionado por pessoas de 15 cidades da Bahia. Salvador é responsável por 76% dos registros, distribuídos em 96 bairros. O Zap Respeita as Mina recebeu ainda mensagens de usuárias dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com o levantamento, 19% das pessoas que entraram em contato com o serviço foi para elogiar a iniciativa e a maioria das mulheres que preferiram falar com a atendente, desejavam fazer uma denúncia.
Os números demonstram a boa aceitação do projeto piloto, que utiliza um software para gerar respostas referentes à violência doméstica e familiar, além de permitir o acesso por mensagem a atendentes em contato direto com o serviço 190 da Polícia Militar para os casos de emergência.
Além da opção via whatsapp, é possível acessar o Zap Respeita as Mina pelo site da SPM-BA, www.mulheres.ba.gov.br. Ao entrar no site e clicar no ícone do Zap Respeita as Mina, a usuária será direcionada ao chatbot. Ao se conectar, a pessoa digita o número correspondente à opção que deseja e obtém as informações e orientações de forma rápida. Mensagens também poderão ser encaminhadas às atendentes de plantão por meio de webchat.
A usuária poderá também optar por obter orientações e informações acerca dos órgãos que compõem a rede de atenção à mulher em situação de violência e as atribuições de cada um deles; da central de atendimento à mulher (Ligue 180); de como fazer uma denúncia; como obter uma medida protetiva de urgência; o que fazer em caso de violência sexual, entre outras informações. Para isso, a pessoa deverá clicar no link que estará disponível assim que acessar o sistema.
