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Bahia registra 4.876 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; total de mortes é de 8.531
Bahia registra 4.876 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; total de mortes é de 8.531
Por Redação
10/12/2020 às 18:00
Foto: Divulgação

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.876 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +1,1%) e 4.066 recuperados (+1,0%). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), dos 436.662 casos confirmados desde o início da pandemia, 416.121 são considerados recuperados, 12.010 encontram-se ativos e 8.531 pessoas foram a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e mortes relacionadas ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Ainda segundo a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (23,69%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (9.711,34), Aiquara (7.107,51), Itabuna (7.105,24), Conceição do Coité (7.043,78), Madre de Deus.
O boletim epidemiológico da secretaria contabiliza ainda 830.481 casos descartados e 119.206 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (10/12).
Na Bahia, 33.791 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 29 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
