Empresários ligados a Bolsonaro não veem turbulência em resistência de Trump
Por Painel SA/Folha de S.Paulo
10/11/2020 às 10:47
Atualizado em 10/11/2020 às 10:47
Foto: Tia Dufour/Official White House

Empresários mais alinhados ao governo Bolsonaro viram a recusa de Donald Trump em reconhecer a vitória de Joe Biden como algo, até agora, natural e sem efeito econômico negativo. Flávio Rocha, da Riachuelo, diz que a contestação do resultado é um direito que Trump tem se possuir alguma evidência de fraude. Para o empresário, o republicano cometeu um equívoco. “O grande erro estratégico dele foi ter desestimulado seus eleitores a votarem pelo correio”, diz Rocha.
João Appolinário, dono da Polishop, diz que só avalia a eleição americana pela ótica dos mercados financeiros. “Pelo menos até o último momento que eu vi, o fato de ele contestar ou não contestar não afetou em nada o mercado”, afirma. O empresário adota o mesmo critério para analisar a vitória de Biden: se as Bolsas subiram, ok.
