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Bahia registra 2.119 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; total de mortes é de 7.902
Bahia registra 2.119 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; total de mortes é de 7.902
Por Redação
13/11/2020 às 17:15
Atualizado em 13/11/2020 às 17:15
Foto: Divulgação

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.119 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,6%) e 1.612 recuperados (+0,5%). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), dos 371.378 casos confirmados desde o início da pandemia, 356.425 são considerados recuperados, 7.051 encontram-se ativos e 7.902 foram a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e mortes relacionadas ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Ainda segundo a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,48%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (8.992,95), Madre de Deus (6.703,65), Itabuna (6.702,37), Almadina (6.680,09), Aiquara (6.567,70).
O boletim epidemiológico da secretaria contabiliza ainda 76.4568 casos descartados e 88.861 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (13).
Ao todo, na Bahia, 29.970 profissionais da saúde foram para Covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 20 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
