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Bahia registra 1.354 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; total de morte é de 6.844
Bahia registra 1.354 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; total de morte é de 6.844
Por Redação
02/10/2020 às 17:30
Atualizado em 02/10/2020 às 17:30
Foto: Divulgação

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.354 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,4%) e 1.635 curados (+0,5%). Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), dos 313.404 casos confirmados desde o início da pandemia, 299.636 já são considerados curados, 6.924 encontram-se ativos e 6.844 pessoas foram a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
De acordo com a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (27,83%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.687,57), Almadina (6.497,07), Madre de Deus (6.115,77), Itabuna (6.070,64), São José da Vitória (5.267,81).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 624.357 casos descartados e 77.576 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (2).
Na Bahia, 26.262 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 49 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
