Bahia registra 2.364 casos de Covid -19 nas últimas 24 horas
Por Redação
18/09/2020 às 17:45
Atualizado em 18/09/2020 às 17:45
Foto: Divulgação

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.364 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 1.988 curados (+0,7%). Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), dos 292.019 casos confirmados desde o início da pandemia, 278.490 já são considerados curados, 7.348 encontram-se ativos e 6.181 pessoas foram a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Ainda de acordo com a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,75%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.289,18), Almadina (6.131,04), Itabuna (5.652,77), Madre de Deus (5.461,53), Dário Meira (5.051,35).
O boletim epidemiológico da secretaria contabiliza ainda 574.286 casos descartados e 71.596 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (18).
Na Bahia, 24.568 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 49 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada.
