Bahia registra 2.274 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas
Por Redação
09/09/2020 às 17:35
Atualizado em 09/09/2020 às 17:35
Foto: Divulgação

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.274 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 2.245 curados (+0,9%). Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), dos 275.088 casos confirmados desde o início da pandemia, 261.484 já são considerados curados, 7.830 encontram-se ativos e 5.774 pessoas foram a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
De acordo com a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (29,36%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.067,14), Almadina (5.911,41), Itabuna (5.264,44), Dário Meira (4.967,32), Salinas da Margarida (4.793,92).
O boletim epidemiológico da Sesab contabiliza ainda 518.122 casos descartados e 85.196 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quarta-feira (9).
Ao todo, na Bahia, 24.104 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 40 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
