Bahia registra 1.147 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas
Por Redação
21/08/2020 às 17:15
Atualizado em 21/08/2020 às 17:15
Foto: Divulgação

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.147 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 2.305 curados (+1,1%). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), dos 229.743 casos confirmados desde o início da pandemia, 211.237 já são considerados curados, 13.749 encontram-se ativos e 4.757 pessoas foram a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Conforme a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 413 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (31,30%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Almadina (4.941,43), Dário Meira (4.547,15), Salinas da Margarida (4.257,36), Itapé (4.189,02) e Ibirataia (4.120,95).
O boletim epidemiológico da secretaria contabiliza ainda 428.413 casos descartados e 84.678 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (21).
Na Bahia, 18.639 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 72 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
